quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Rock alternativo.


The Killers
Muse
Kings of Leon
Weezer
Arctic Monkeys
Yeah Yeah Yeahs


The Killers.

Formação e primeiras apresentações (2001-2003)

Os atuais integrantes do The Killers tiveram diversas ocupações antes de formarem a banda. Brandon Flowers, com os estudos recém-concluídos, trabalhou por um tempo no Gold Coast Hotel and Casino, em Las Vegas, como porteiro. Sua função era receber os hóspedes recém-chegados e guiá-los pelo hotel. Dave Keuning trabalhava em uma loja de roupas chamadaBanana Republic, mas saiu de lá quando um novo chefe o proibiu de ouvir música no local de trabalho. Mark Stoermer entregava equipamentos médicos e estudava Filosofia na Universidade de Nevada, e Ronnie Vannucci estudava percussão clássica nesta mesma Universidade, enquanto trabalhava como fotógrafo de casamentos.[7]

Algum tempo depois, Brandon Flowers tornou-se o tecladista de uma banda de synthpop chamada The Blush Response.[8] Entretanto, quando seus integrantes decidiram se mudar paraLos Angeles, Flowers se recusou a acompanhá-los, o que resultou na sua saída do grupo. Algum tempo após esse incidente, ele foi a um concerto do Oasis, em Las Vegas, o que lhe fez chegar à conclusão de que "sua vida precisava de mais guitarras".[7] Com essa idéia na cabeça, Brandon chegou ao ponto de parar qualquer carro na rua com adesivos de bandas para convidar quem estivesse dentro para a sua banda. Enquanto isso, Dave Keuning procurava músicos "que amavam Oasis", através de um anúncio em um jornal, para formar umabanda.[9] Flowers leu o anúncio e, fascinado pela música do Oasis, respondeu à Dave. Em uma entrevista, Dave falou sobre como ele e Flowers se conheceram.

"Brandon havia acabado de ver o Oasis no The Joint, e ele não sabia muito sobre eles. Mas isso o mudou, pois ele era membro de uma banda de synth pop, e ver o Oasis fez com que ele procurasse um guitarrista. Ele me ligou, e foi assim que nos conhecemos. Nós não sabíamos como iríamos soar, apenas tínhamos um monte de bandas em comum. Mas eu disse à ele, "eu quero fazer músicas como os Beatles e os Stones, apenas boas músicas."[7]


Com isso, os dois músicos passaram a se encontrar no local onde Dave morava, e escreveram a primeira canção do grupo, a única que eles tocam em todos os concertos até hoje, e que se tornou o principal sucesso do grupo: "Mr. Brightside".[9] Sob o nome de The Killers (retirado de um videoclipe do New Order chamado "Crystal")[10][11], os primeiros concertos da banda contavam apenas com Flowers e Keuning, e uma representação eletrônica de bateria e baixo. O visual dos dois se assemelhava muito ao de uma banda de glam rock: enquanto Dave usava sombra, Brandon usava glitter e uma pesada maquiagem nos olhos. Mesmo para uma banda local, os concertos da então dupla atraíam pouca gente. Na maioria das vezes, o único público era a mãe de Brandon, algumas amigas dela e um grupo que ia com Ronnie Vannucci até as apresentações. Nesta época, Ronnie estava pensando em se juntar à banda, mas queria saber a opinião de seus amigos, que riam diante da performance nervosa e da maquiagem de Brandon e Dave.[7] Após fazerem testes com alguns baixistas e bateristas, eles encontraram Dell Stir para o baixo e Matt Noezoss para a bateria. Esta formação não durou muito tempo. A formação atual do grupo completou-se quando o próprio Ronnie Vannucci substituiu Matt Noezoss, e Mark Stoermer (que passou a acompanhar as apresentações da banda), se tornou amigo de Ronnie e se tornou o baixista oficial da banda.

Eles passaram a compor e ensaiar na garagem de Ronnie (o único que tinha uma residência fixa) e, quando não podiam utilizá-la, eles iam para o estúdio de aulas da universidade onde Ronnie estudava, no meio da noite.[9] Alternando entre esses dois locais, a banda compôs, gravou e lançou seu primeiro demo, composto pelas canções "Replaceable", "Under The Gun", "Mr. Brightside" e "Desperate".[12]


A primeira apresentação do grupo foi feita em um clube chamado Tremorz. Foi horrível desde o início, devido ao fato de o clube não possuir nenhum sistema de som e também por um efeito que Brandon usava em sua voz para que ela ficasse semelhante à de Julian Casablancas (vocalista dos Strokes), efeito que falhou horrivelmente. Brandon desafinou muitas vezes e não possuía nenhuma presença de palco, mas a apresentação foi o suficiente para que o grupo chamasse a atenção de quem estava no bar naquela noite.[9] O Café Roma, em Las Vegas, também foi palco de algumas apresentações do grupo. Eles tocaram lá diversas vezes em troca de sanduíches ecafés de graça. O café citado na letra de "Glamorous Indie Rock & Roll", do primeiro álbum da banda, Hot Fuss, é o Café Roma.[9]

As notícias sobre a banda e o demo dos rapazes chegaram aos ouvidos de um representante da Warner Music que, apesar de recusar enviar o demo a esta gravadora, enviou-o a uma gravadora independente de Londres, a Lizard King.[1] O grupo assinou com a Lizard King e saiu em sua primeira turnê, pela Inglaterra. Eles passaram a dividir seu tempo entre os concertos e as gravações de seu primeiro álbum. As gravações demoraram cerca de três meses, e durante este tempo, a banda foi vítima de algumas catástrofes. Eles passaram por umterremoto durante as gravações de "Believe Me Natalie", por um incêndio para chegar ao estúdio e gravar "Change Your Mind" e, quando voltavam da turnê britânica, o motor do avião em que estavam parou e eles começaram a descer em queda livre.[13]

terça-feira, 12 de janeiro de 2010


Three Days Grace


Crescer em uma cidade
tão pequena que todos são testemunhas das vidas de todos e do efeito de suas ações pode traumatizar uma pessoa, ou torná-la especialista em relações humanas. O disco de estréia do trio THREE DAYS GRACE, que leva seu nome, traz um rock potente, extremo, cheio de refrães melódicos e letras que exploram o lado sombrio do comportamento humano. Coisas de quem viveu na pequena Norwood, Ontario, Canadá, até recentemente.

Da primeira música de trabalho, "
I Hate Everything About You", que fala de relações de amor e ódio à luta pela individualidade de "Just Like You", o THREE DAYS GRACE compõe sobre os conflitos internos das pessoas, e sobre o desejo de liberdade. Musicalmente, a banda vai da extrema "Let You Down", com vocais que beiram a demência, à progressiva "Burn", com seus ritmos quebrados, passando pelo rockão reto de "Home".

“Vimos muita maluquice na nossa adolescência, e boa parte do nosso material vem daí”, diz o baterista Neil Sanderson, o mais falante dos três. “Acho difícil compor sobre coisas alegrinhas”, admite o cantor e guitarrista Adam Gontier, soturno. “Você não precisa de um escape quando está feliz”. Adam e o baixista Brad Walst cresceram em Norwood, cidade de 1500 habitantes, apenas uma rua iluminada, e muito drama. “Você fica com uma perspectiva diferente”, diz Brad. “Todos se conhecem, e não há como esconder nada. Deve ser por isso que você consegue enxergar além da aparência das pessoas”.

Neil é de Peterborough, a 25 minutos, uma cidade maior, conhecida por ter dado ao mundo a modelo-e-atriz Estella Warren e o roqueiro
Sebastian Bach (do Skid Row). Quando os três começaram a tocar juntos, segundo Adam, “todas as 1500 pessoas da cidade nos apoiavam”. Os três não elaboraram uma estratégia para aparecer na MTV ou conseguir contrato com uma gravadora. Eles apenas adoravam tocar ao vivo, em qualquer lugar. “Tocamos antes de um filme, uma vez”, lembra Neil. “Costumávamos atravessar a área rural do estado em meu carro, com um trailer atrás, para tocar shows de três horas de duração em pequenos bares”.

Nos shows, eles sempre tinham a preocupação de jogar algumas músicas próprias, mas foi em 1997, quando foram para Toronto, que surgiu o nome Three Days Grace e uma banda com trabalho 100% próprio. “Como em qualquer pequena comunidade, você chega a uma idade em que existem três opções - diz Adam. Esportes, drogas, ou, no nosso caso, a música. Foi nossa porta de saída”. Uma vez estabelecidos em Toronto, eles conseguiram um empresário, que os apresentou ao compositor e produtor local Gavin Brown. “Mostramos a ele anos de composições e ele escolheu as melhores”, lembra Adam a respeito do show de 90 minutos apresentado a Brown em um estúdio de ensaio.

Depois de muita ralação, a versão final de "I hate averything about you" - sucesso nas rádios brasileiras - foi o passaporte para o contrato, em um show no principal teatro de Peterborough, o Gordon Theatre, onde a banda já tinha tocado centenas de vezes e o público os tem como ídolos. “Somos influenciados por bandas como o
Kyuss e o Sunny Day Real Estate, mas Gavin respeita muito os Beatles e seus padrões de composição”, diz Adam. “Ele nos ensinou que todas as partes de uma música devem ser sensacionais, e só aí outras pessoas vão querer nos ouvir”.

O próprio presidente da Jive Records fez questão de encontrar os rapazes e garantir que a companhia lhes daria todo o apoio. O primeiro passo foi deixar o Canadá a caminho do estúdio Long View Farms, perto de Boston. “Passamos os meses anteriores fazendo a pré-produção, e quando entramos no estúdio tínhamos o disco inteiro praticamente composto”, lembra Neil. Entre as músicas estão "Let You down", sobre decepção, e a auto-explicativa "Scared". Algumas músicas foram compostas ao longo de anos, outras em alguns dias”, diz Brad. "
Overrated" , que encerra o disco, levou apenas um dia para nascer.

Ignorando as tentações do rancho do lado de fora do estúdio, a banda se trancou e saiu de lá com metade do disco gravado, antes de partir para Bearsville, em Woodstock, Nova York. Os dois estúdios funcionaram perfeitamente para os meninos do interior, que certamente ficariam distraídos em grandes cidades. Com nada a fazer além de trabalhar, os três entraram em uma fase especialmente criativa. O estúdio Bearsville-onde foi gravado um dos discos favoritos de Adam, Grace, de
Jeff Buckley -era isolado, mas em uma área enorme, sem os cavalos do Long View Farms, mas com renas por todo lado.

Das técnicas de Gavin para conseguir a melhor interpretação de Adam (pulando como um macaco, batendo no vidro do estúdio ou dizendo ao cantor que ele era uma porcaria) à idéia genial de jogar moedas sobre uma guitarra para dar a impressão de um incêndio (na introdução do disco), o resultado é um rock sem rabos presos, que leva o ouvinte a pensar. Assim, talvez o pessoal das grandes cidades descubra que o que torna um vilarejo característico não é nada tão diferente assim.

Em junho de 2006 foi lançado o segundo álbum da banda: One X.


Fonte: site Sony BMG -
http://vagalume.uol.com.br/three-days-grace/biografia/











Banda


All We Know is Falling, o lançamento de estréia de Paramore pela Fueled By Ramen (gravadora), marca a chegada de uma nova banda de rock realmente encantadora.

Movimentada por melodias flexíveis e “capturantes”, a estréia das roupas baseadas no Tennessee torna-se “inapagável” pela força irresistível da cantora Hayley Williams. A emoção ardente e a notável segurança da vocalista de apenas 17 anos, torna Paramore uma banda diferente das outras, com o som vibrante de músicas como as “My Heart” e “Here We Go Again” revela um positivismo entusiasmado que faz qualquer um se mexer ao ouvir.

Criada em Meridian, Mississippi, Hayley tem treinado sua voz desde que pode se lembrar – cantando e escrevendo músicas para concursos de talentos e comerciais locais. Aos 13, sua família mudou-se para Franklin, no Tennessee, onde ela fez amizade com dois irmãos – o guitarrista Josh e o baterista Zac Farro. Não demorou muito para os dois músicos adolescentes convidarem Hayley para cantar na banda novata deles.

Os Farro’s ajudaram Hayley a abrir seus horizontes musicais, apresentando à talentosa irmãzinha a um novo mundo da música, desde bandas de classic rock, como U2 e The Cure até bandas tão modernas como Sparta e Failure.

“Era tudo tão novo para mim”, diz ela. “Isso realmente me desafiou a usar minha voz de maneiras diferentes. Também foi bom para mim como uma escritora, porque eu percebi que letras não tinham que ser coisas pop, simples; elas poderiam ser mais duras e profundas”.

A banda, que também, agora introduzia o vizinho de Hayley, Jason Bynum na guitarra base, adotou o nome Paramore e começou a tocar e gravar quase imediatamente. Eles tocavam em encontros locais e shows de talentos no colégio, então logo começaram a tocar em points de rock em Franklin e por perto de lá.

A combinação da energia musical entre os dois irmãos, Jason e a coragem de Hayley ganharam a atenção instantânea do público.

Paramore concentrava-se na jornada de sua próxima fase musical, passando o verão e o começo do outono num estúdio em Nashville fazendo suas primeiras demos de verdade. “Foi ótimo”, diz Hayley. “Nós aprendemos muito desde então. Eu acho que nós provavelmente faríamos muitas coisas diferentemente agora. Mas foi uma ótima experiência e sou agradecida por termos tido a oportunidade”.

Com muitas gravadoras ansiosas para contrata-los, a banda decidiu lançar seu cd de lançamento pela Fueled By Ramen. Grandes fãs dos vários outros artistas da gravadora, como Fall Out Boy e The Academy Is…, Paramore sentiu que não teria gravadora melhor para lançar All We Know Is Falling. “Fueled By Ramen é uma excelente gravadora”, diz Hayley. “Algumas de nossas bandas preferidas são do Fueled By Ramen. Nós sabíamos que eles saberiam exatamente como realizar a visão para nossa banda e música”.

Depois de ter visto o Paramore tocar somente uma vez, John Janick, fundador da Fueled By Ramen sabia que deveria contratar a banda.

“Eu raramente acho uma banda que me faz sentir impulsionado a trabalhar com ela logo após o único encontro”, diz John. “Eu sabia que eu tinha que produzir o cd do Paramore antes mesmo de conhecer os integrantes da banda. O talento, sinceridade e dedicação da banda supera outras muitas”.

Em Março de 2005, o Paramore temporariamente mudou-se para Orlando, Florida por alguns meses. Com abrangentes obrigações da turnê em seu futuro imediato, a banda sentiu que eles deveriam se preparar intensivamente em todos os aspectos de sua vida musical antes de gravar All We Know Is Falling.

“Nós queríamos escapar das distrações de casa e só ensaiar, escrever músicas, gravar e fazer shows- todas as coisas que uma banda faz”, diz Hayley.

Josh acrescenta, “Nós tínhamos muita saudade de casa. Mas era demais poder acordar e nos dedicar cem por cento a tocar nossa música”.

Enquanto na Florida, Paramore começavam reuniões para sua primeira e muito antecipada coleção completa, trabalhando com os produtores James Wisner (Dashboard Confessional, Further Seems Forever, Underoath) e Mike Green (Yellowcard, The Black Maria). A banda também alistou o baixista John Hembree para preencher uma posição vazia e se ajustar. Eles gravaram novas faixas como “Emergency” e “Pressure” que apresentam um entusiasmo musical e profundidade nas letras bem além da relativa idade dos integrantes. Completando seu estilo vocal bem sincero, Williams tem se esforçado muito para expor sua vida e emoções em suas canções.

“Eu sempre tento escrever a partir de experiências pessoais”, diz ela. “No início, o que eu estava escrevendo era meio metafórico, mas agora eu tenho tentado ser mais direta. É tudo sobre coisas que aconteceram comigo ou com pessoas que eu amo”.

Paramore ganhou moral para suas próprias performances ao vivo, que incluiu datas ao lado de Less Than Jake, Anberlin e Copeland, assim como bem conceituadas performances na turnê The Fueled By Ramen & Friends Tour, The Taste of Chaos Tour e The Bamboozle Festival. Com o Vans Warped Tour deste verão em seus horizontes, mais fãs encantados vão certamente acompanhar.

“Amamos fazer música juntos. Nós nos divertimos muito no palco, nos sentimos tão vivos quando estamos tocando. Estamos empolgados para que o mundo ouça nossas músicas e esperamos que eles gostem do que ouvirem. Mal podemos esperar para sair por aí mais e ter pessoas vendo como nossa banda é de verdade”.


Fonte:http://www.paramore.com.br/biografias/banda/


Hayley Williams



Nome Completo: Hayley Nichole Williams
Apelidos: Spongebob, Sponge, Hayles
Data de Nascimento: 27 de Dezembro de 1988
Local de Nascimento: Meridian, Mississippi
Signo: Capricórnio
Altura: 1,57m
Olhos: Verdes
Na banda: Vocalista


Sobre:
Hayley cresceu em Meridian, Missisipi, ouvindo as musicas que seus pais costumavam ouvir no carro, que era qualquer coisa desde Boston à Aretha Franklin. Finalmente, começou a gostar de ‘N Sync, a quem dá os créditos por ter ou não ter talentos. Ela era sempre muito tímida e tinha muita facilidade em se assustar, mas sabia que queria cantar… e sabia que queria fazer parte de uma grande banda. Quando tinha mais ou menos 11 anos, ela começou a querer encarar a musica seriamente. Por não ter muitas oportunidades de cantar em publico, a não ser na igreja e os shows de talento da escola, ela superou toda sua timidez e assim começou a cantar onde tinha a oportunidade, assim ganhando experiência.
Então, quando tinha em torno de 13 anos, sua família e ela mudaram para Franklin (Tennessee). E imediatamente entrou em uma banda cover de funk/rock chamada The Factory, e foi onde conheceu Jeremy. Eles sempre brincavam que iam estar em outras bandas, e crescer. Fora a musica, ela não tinha mais amigos, então ela parou de ir em escolas publicas e começou a estudar uma vez por semana em outra escola. Em seu primeiro dia lá, conheceu Zac e Josh. Eles já estavam em uma banda, e depois de vê-los tocar ela sabia que queria ser uma parte daquilo. Ela esperou que eles chamassem ela para cantar ou pelo menos para compor uma música ou outra com eles. Finalmente, eles chamaram…


Influências Musicais:
Etta James, Chaka Khan, Jimmy Eat World, The Cure, Refused, New Found Glory, Sunny Day Real Estate, Failure, mid to late 90’s pop rock (Third Eye Blind, Semisonic, Filter) and NSync… and many others


Músicas favoritas para tocar ao vivo:
“For A Pessimist, I’m Pretty Optimistic”

Lugares favoritos:
Nashville, TN, anywhere in California, Tokyo, Japan, or Brisbane and Melbourne, Australia

Coisas favoritas:
Música alta nas viagens, nossa van de 12 passageiros, a turnê Warped Tour, o centro de Franklin, pescar, dançar, Sam and Zoe’s de almoço quando estamos ensaiando em Nashville para turnês, ir ao cinema, e um chá de soja 6 pump extra quente sem água (aparentemente, é a bebida favorita da Madonna, então eu experimentei e agora todas as idas ao Starbucks giram em torno dessa bebida! Vocês deviam experimentar).

5 Pratos favoritos:
01. Frango com nozes do Sr. Farro… na verdade, qualquer prato do Sr. ou Sra. Farro.
02. Todas as comidas que tenham montes de queijo (Porque normalmente é proibido, por causa da voz).
03. Churrasco
04. Tijuana wrap do Sam and Zoe’s em Berry Hill, TN
05. Salmon and tuna sashimi

Última leitura:
“Little Girls Wiser Than Men,” uma pequena história por Leo Tolstoy